Os Crespos

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Histórico do Grupo

“Os Crespos” surgiu nas dependências de uma das mais importantes escola de interpretação do país, a Escola de Arte Dramática da USP instituição esta, que fora fundada por Alfredo Mesquita em atividade desde 1948. No ano de 2004, acontece um feito inédito na EAD, ingressam cinco alunos negros, e três no ano seguinte. Houve uma organização desses alunos, que tinham em comum a vontade de discutir a sua formação e como foco estudar a história do negro nas artes cênicas e nos multimeios no Brasil, numa instituição em que esta discussão não existia.
No dia 13 de maio de 2005, dia da “abolição” da escravatura o grupo começou suas atividades com o objetivo de levar para a escola a discussão sobre, o que foi e o que representou para o país a assinatura da lei áurea. Na semana da consciência negra o núcleo promove o encontro "Pensando a Negritude", um evento para discutir como o negro foi inserido na história artística do país, e qual o papel que ocupa hoje na sociedade depois da imagem construída. O evento contou com uma mostra de curtas-metragens do cineasta Jéferson De (Narciso do rap, Carolina, e Distraída pra Morte), uma exposição permanente chamada "traços e relatos", e uma mesa redonda com atores, diretores, dramaturgos, professores e alunos. Estiveram presentes Eduardo Silva, Edson Montenegro, Lizete Negreiros, Eugenio Lima, José Fernando Peixoto, entre outros.
Em setembro de 2006 o grupo participou do II fórum Nacional de Performance Negra evento organizado pelo Bando de Teatro Olodum e Cia. dos Comuns e do Congresso de Pensadores negros em Salvador. Neste mesmo ano o grupo forma a Cia Filhos de Olorum, que mais tarde torna-se Os Crespos. Depois de discutir autores como Solano trindade, Marcelino Freire e visitar algumas peças do TEN(Teatro Experimental do Negro) decide montar um espetáculo inspirado na obra “Quarto de Despejo” de Carolina Maria de Jesus.

Paralelo a isto “Os Crespos” recebe o convite de trabalhar com um dos maiores encenadores da atualidade, o alemão Frank Castorff, diretor do lendário Volksbühne (o Teatro do Povo, construído em 1914 por associações operárias e que continua a ser um dos espaços mais influentes do teatro europeu). Em dezembro de 2006 apresentam o espetáculo Anjo Negro + A Missão no Sesc Vila Mariana.
Em novembro de 2006 O Grupo promove em parceria com o “Cinema Popular” da escola de Áudio Visual / Eca um evento para discutir: a política de ações afirmativas Cotas nas Universidades Publicas; uma mesa de debates sobre a “Mulher Negra” na arte. Aconteceram a apresentação do balé folclórico Solano Trindade, workshop de danças africanas da Guine ministrado por uma das integrantes do grupo, Maria Gal (Ex Gal Quaresma) e apresentação do grupo Ilu-Oba de mim junto com a cantora Leci Brandão.
Estiveram presentes: as atrizes Ruth de Souza, Raquel Trindade, a cineasta Lílian Solá Santiago, José Carlos Miranda (coordenador do Movimento negro Socialista), Ana Lucia Lopes (coordenadora do Museu Afro Brasil), Esmeralda Ribeiro poeta e escritora (fundadora do Quilombhoje), entre outros.
Em 2007 a cia. excursionou pela Alemanha, participou do Festival Theaterformer e uma curta temporada no Teatro Volksbühne em Berlim. Alem disso a cia. apresenta também no Volksbühne trechos do processo de criação do espetáculo Ensaio sobre Carolina.
No mesmo ano a cia. estréia “Ensaio sobre Carolina” com a direção de José Fernando de Azevedo (professor da Escola de Artes Dramáticas da USP, dramaturgo e diretor integrante do Teatro de Narradores em São Paulo) com apoio do PAC (Projeto de Ação Cultural-Secretaria de cultura do Estado de São Paulo).
Em 2008 o grupo, continua em cartaz com Ensaio sobre Carolina e apresenta Anjo Negro + A Missão em Salamanca no Festival Castilla y Lion. Em novembro deste mesmo ano realiza a exposição a construção da imagem e a imagem construída – um olhar sobre o negro no cinema, na TV e no teatro.
Em 2009 a Cia realiza juntamente com o Grupo Clariô uma mostra Reflexiva de Filmes em ocasião do dia Nacional de Denúncia contra o Racismo e em junho participa do III Fórum de Performance Negra em Salvador/Ba.
Ainda em 2009 o grupo, continua em cartaz com Ensaio sobre Carolina a partir do dia 15 de setembro ,no Teatro Imprensa,as 5°-feiras e 6°-feiras,até 06 de dezembro,e prepara um novo projeto chamado "A Construção da Imagem e a Imagem Construida, com a a Direção de Eugenio Lima(Bartolomeu).

History of Group

“The Crespos” appeared in the most important dependences of one of school of interpretation of the country, the School of Dramatical Art of the USP institution this, that is established for Alfredo Mosque in activity since 1948. In the year of 2004, an unknown fact in the EAD happens, they enter five black pupils, and three in the following year. It had an organization of these pupils, who had in common the will to argue its formation and as focus to study the history of the black in the scenic arts and the multiways in Brazil, in an institution where this quarrel did not exist.
In day 13 of May of 2005, day of the “abolition” of the slavery the group started its activities with the objective to take for the school the quarrel on, what it was and what represented for the country the signature of the golden law. In the week of the black conscience the nucleus promotes the meeting “Thinking the Negritude”, an event to argue as the black was inserted in the artistic history of the country, and which the paper that occupies today in the society after the constructed image. The event counted on a sample of shortnesss-metragens of cineasta Jéferson Of (Narcissus of rap, Carolina, and Distracted pra Death), a permanent exposition called “traces and stories”, and a round table with actors, directors, teachers, and pupils. They had been gifts Slave Eduardo Silva, Edson Montenegro, Lizete, Eugenio Lima, Jose Fernando Peixoto, among others.
In September of 2006 the group participated of II the National forum of Black Performance event organized for the Flock of Theater Olodum and Cia. of the Common ones and the Congress of black Thinkers in Salvador. In this exactly year the group forms the Cia Children of Olorum, that later becomes the Crespos. After arguing authors as Solano trindade, Marcelino Freire and visiting some parts of the TEN (Experimental Theater of the Black) it decides to mount a spectacle inspired by the workmanship “Room of Ousting” of Carolina Maria de Jesus.
Parallel to this “the Crespos” receives the invitation to work with one of the biggest encenadores of the present time, the German Frank Castorff, director of the lendário Volksbühne (the Theater of the People, constructed in 1914 for laboring associations and that it continues to be one of the spaces most influential of the European theater). In December of 2006 they present the spectacle Black Angel + the Mission in the Sesc Vila Mariana.
In November of 2006 the Group promotes in partnership with the “Popular Cinema” of the school of Audio Appearance/Eca an event to argue: the politics of affirmative actions Quotas in the Universities You publish; a table of debates on the “Black Woman” in the art. The presentation of the folclórico ballet Solano Trindade, workshop of African dances of Guine given for one of the integrant ones of the group, the Maria Gal and presentation of the Ilu-Oba group had happened of me together with the Leci singer Brandão.
They had been gifts: the actresses Ruth de Souza, Raquel Trindade, cineasta Lílian Santiago Sole, Jose Carlos Miranda (coordinating of the Socialist black Movement), Ana Lucia Lopes (coordinating of the Museum Afro Brazil), Emerald Ribeiro poet and writer (founding of the Quilombhoje), among others.
In 2007 the cia. do the show in Germany in Festival Theaterformer and Teather Volksbühne im Berlim.
In the same year the cia. estréia “Assay on Carolina” with the direction of Jose Fernando de Azevedo (professor of the School of Dramatical Arts of the USP, dramaturgo and integrant director of the Theater of Narrators in São Paulo) with support of the CAP (Project of Cultural-Secretariat Action of culture of the State of São Paulo).
In 2008 the group, continues in poster with Assay on Carolina and presents Black Angel + the Mission in Salamanca in the Festival Castilla y Lion. In November of this exactly year carries through the exposition the construction of the image and the image constructed - a look on the black in the cinema, in the TV and the theater.
In 2009 the Cia together carries through with Grupo Clariô a sample Reflexiva de Filmes in occasion of the National day of Denunciation against Racism and in June it participates of III the Forum of Black Performance in Salvador/Ba.
Still in 2009 the group, continues in poster with Assay on Carolina from day 15 of September, in the Theater the Press, the 5°-fairs and 6°-fairs, up to 06 of December, and prepares a new project called “the Construction the Image and the Construida Image, with the a Direction of Eugenio Lima (Bartolomeu).

Clipe :"Carolina Maria de Jesus Clipe "Ensaio sobre Carolina"

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Os Crespos

Os Crespos
Foto:Maria Tuca Fanchin - Atriz Mawusi Tulani Jerônimo

Ensaio sobre carolina

Ensaio sobre carolina
Foto:Maria Tuca Fanchin - Ator Sidney Santiago

Ensaio sobre Carolina

Ensaio sobre Carolina
Foto:Maria Tuca Fanchin -Atriz Maria Gal (Ex Gal Quaresma)

Ensaio Sobre Carolina



Foto:Maria Tuca Fanchin - Atriz Joyce Aparecida

Ensaio Sobre Carolina


Foto:Maria Tuca Fanchin - Atriz Lucelia Sergio

Ensaio Sobre Carolina no Teatro Imprensa



Ensaio Sobre Carolina trata de questões raciais no Projeto Vitrine

Grupo formado por atores negros da EAD leva para o palco história
da catadora de papel que gerou livro e causou comoção pública quando lançado.
O preconceito e as desigualdades das relações são tratados com elementos do teatro, dança e cultura afro

Baseado no diário da catadora de papel Carolina Maria de Jesus (1914-1977) publicado em livro com o título Quarto de Despejo, Diário de Uma Favelada (Ed. Ática), a peça Ensaio Sobre Carolina reestreia dia 17 de setembro, quinta, às 21 horas, na Sala Vitrine do Teatro Imprensa. O espetáculo faz parte do terceiro e último módulo do ano do Projeto Vitrine Cultural do Centro Cultural Grupo Silvio Santos. No primeiro mês da temporada, o ingresso é uma lata de leite em pó. Depois, passa a custar R$ 10,00 e R$ 5,00.

A montagem da Cia Os Crespos, sob a direção de José Fernando de Azevedo – especialmente convidado pelo grupo -, utiliza a dança, o canto e o corpo como linguagem. A Cia surgiu na EAD (Escola de Arte Dramática da USP), numa turma de alunos onde cinco integrantes eram negros. Houve uma organização desses alunos, que tinham em comum a vontade de discutir a sua formação e como foco estudar a história do negro nas artes cênicas no Brasil, numa instituição em que essa discussão não existia.

O lugar dos negros na sociedade atual é o foco da pesquisa da Cia Os Crespos. “O teatro passou ao largo de temas como esse; ou, ao menos, não os tratou de maneira direta. Talvez aí esteja a tarefa de um grupo de atores negros”, comentam. A denúncia social, o preconceito e as desigualdades das relações sociais modernas atreladas à escravidão, determinada como uma engrenagem do capital, são tratados pelo grupo.

O Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus, pareceu um bom ponto de partida para trazer à cena tais questões que, na história, são apresentadas através da fala de uma negra favelada: o olhar e o discurso da catadora de papel sobre sua realidade e o convívio na sociedade brasileira. Para o grupo, Ensaio Sobre Carolina “é o discurso de atores negros sobre os vestígios dos dias na vida das Carolinas na cidade”.


Proposta de encenação

O diário e o livro de Carolina Maria de Jesus foram o ponto de partida para a construção da narrativa. O grupo, então, convidou o professor da EAD José Fernando de Azevedo, não por acaso único professor negro, para dirigir o espetáculo. Depoimentos de alguns atores do grupo foram incorporados a trechos dos relatos de Carolina. O diretor aproxima atores e espectadores em um campo público e afasta o tom sentimentalista confessional para criar um espetáculo em que a música e o corpo se tornam linguagem. Gestos de dança clássica são mesclados a ritmos de candomblé. “As intervenções das linguagens surgem como depoimento das mais variadas formas. Seja contradizendo o próprio texto, de forma ironizada ou completamente sincera. Mas sempre surpreendendo o publico“, conta a atriz Gal Quaresma.
Os caminhos da autora e do grupo se encontram: uma autora negra, pobre, falando de sua própria condição, narrando o percurso em que uma fala se esboçava. Mas não era possível simplesmente representar Carolina. “O que nos tocava ali e se fazia urgente era a escuta de um argumento”, explicam . “E foi assim que se configurou a idéia de um ensaio: uma tentativa de aproximação e apropriação daquela fala que, posta em movimento, desenhava um gesto próprio contra o ressentimento.”
A história de Carolina

Quarto de Despejo, Diário de Uma Favelada, lançado em 1960, virou comoção pública em São Paulo, com a tiragem de 14 mil exemplares esgotada rapidamente, sendo traduzido para 13 idiomas. Marcada pela pobreza, Carolina estudou até a segunda série do primário, era moradora da favela do Canindé e catadora de papel. Através de relatos sobre sua vida na favela, das dificuldades para criar os três filhos, a autora delata algumas estruturas sociais brasileiras, da época da modernização da cidade de São Paulo e da criação de suas favelas e, também, revela com sua escritura a importância do testemunho como meio de denúncia.
Com o sucesso, ela e os filhos saíram da favela e compraram uma casa em Santana. Os novos vizinhos a rejeitavam, os curiosos espiavam, alguns vinham pedir-lhe dinheiro, e carros estacionavam na frente da residência para vê-la. Fotógrafos e jornalistas invadiam sua casa solicitando que ela posasse ao lado dos filhos ou no chão lendo. A imprensa nacional e a opinião geral criaram muitas “histórias” sobre Carolina.
A mídia estrangeira tratava sua experiência em termos humanos apontando sua capacidade de dimensionar a miséria social e a coragem de apresentá-la publicamente. O Jornal Herald Tribune qualificou o livro como “uma assombrosa crônica da fome, um dramático documento sobre os despossuídos, que, ao mesmo tempo, choca e comove os leitores”. A revista Life dedicou uma página inteira a ela, a Paris Match fez uma grande reportagem sobre sua história. Alberto Moravia, na introdução assinada para a versão italiana, contrastava a beleza natural do Brasil com a horripilante realidade brasileira dos pobres, aproximando inclusive a vida dos favelados às “castas dos párias” da Índia. No prólogo da edição da Casa de las Américas de 1965, com reimpressão em 1989, o cubano Mario Tejo identificou em Carolina a consciência profética e criadora de uma “subliteratura que brotava do solo do subdesenvolvimento”.
Em 1961, ela lançou seu segundo livro, Casa de Alvenaria: Diário de Uma Ex-favelada, obra bem parecida com o Quarto. Não obteve o mesmo êxito. Passados seis anos do estrondoso sucesso, com pouco dinheiro, pois não quis ceder aos editores que lhe pediam para escrever assuntos novos, ela voltou a se aproximar da miséria, sendo, inclusive, fotografada pegando papel nas ruas. Carolina ainda escreveu um pequeno romance, Pedaços da Fome. A imprensa ignorou. A escritora sofreu para receber os direitos autorais de seus livros. Em seus relatos, denunciava que, exceto a França e os Estados Unidos, ninguém lhe pagou nada.
O livro inspirou também um filme realizado por uma televisão da Alemanha Oriental, em 1975, que utilizou a própria Carolina como protagonista de Despertar de um Sonho (censurado na época e ainda inédito no Brasil). Na mesma década, foi feita uma adaptação para a série Caso Verdade, da Rede Globo, com a atriz Ruth de Souza. Carolina morreu em 1977, por um abatimento respiratório, aos 63 anos de idade.
Sobre o grupo

Os Crespos surgiu nas dependências da Escola de Arte Dramática da USP (EAD) em 2005. No dia 13 de maio, dia da abolição da escravatura, o grupo começou suas atividades com o objetivo de levar para a escola a discussão sobre o que foi e o que representou para o país a assinatura da Lei Áurea. Na semana da consciência negra o núcleo promoveu o encontro Pensando a Negritude, um evento para discutir como o negro foi inserido na história artística do país, e qual o papel que ocupa hoje na sociedade. O evento contou com uma mostra de curtas-metragens do cineasta Jeferson De (Narciso do Rap, Carolina, e Distraída pra Morte), uma exposição permanente chamada Traços e Relatos, e uma mesa-redonda com atores, diretores, dramaturgos, professores e alunos.

Em setembro de 2006, o grupo participou do II Fórum Nacional de Performance Negra, evento organizado pelo Bando de Teatro Olodum, Cia. dos Comuns e Congresso de Pensadores Negros, em Salvador. O grupo foi convidado a trabalhar com um dos maiores encenadores da atualidade, o alemão Frank Castorff, diretor do Volksbühne (o Teatro do Povo, construído em 1914 por associações operárias e que continua a ser um dos espaços mais influentes do teatro europeu). Em dezembro de 2006, apresentam o espetáculo Anjo Negro + A Missão, no Sesc Vila Mariana. Em novembro do mesmo ano, O Grupo promove, em parceria com o Cinema Popular da escola de Áudio Visual da Eca, um evento para discutir a política de ações afirmativas: Cotas nas Universidades Públicas. O evento contou com a presença das atrizes Ruth de Souza, Raquel Trindade, a cineasta Lílian Solá Santiago, José Carlos Miranda (coordenador do Movimento Negro Socialista), Ana Lúcia Lopes (Coordenadora do Museu Afro Brasil), a poeta e escritora Esmeralda Ribeiro (Fundadora do Quilombhoje), entre outros.

Em 2007 o grupo excursionou pela Alemanha, participou do Festival Theaterformer e uma curta temporada no Teatro Volksbühne, em Berlim. No mesmo ano a cia estreou Ensaio sobre Carolina com a direção de José Fernando de Azevedo (professor da Escola de Artes Dramáticas da USP, dramaturgo e diretor integrante do Teatro de Narradores em São Paulo) com apoio do PAC (Projeto de Ação Cultural-Secretaria de cultura do Estado de São Paulo). Em 2008 o grupo apresentou Anjo Negro + A Missão em Salamanca no Festival Castilla y Lion. Em maio de 2009 a Cia realizou, juntamente com o Grupo Clariô, a Mostra Reflexiva de Filmes em ocasião do dia Nacional de Denúncia contra o Racismo. Em junho participou do III Fórum de Performance Negra em Salvador/Ba.

(Adriana Balsanelli/julho 2009)

Para roteiro:
ENSAIO SOBRE CAROLINA – Reestreia dia 17 de setembro, quinta, às 21 horas, na Sala Vitrine do Teatro Imprensa. Adaptação e Criação de Texto – Os Crespos e José Fernando de Azevedo. Direção – José Fernando de Azevedo. Elenco - Maria Gal (Ex Gal Quaresma), Joyce Aparecida, Lucélia Sérgio, Mawusi Tulani e Sidney Santiago. Músico - Giovanni Pereira. Trilha Sonora - Giovanni Pereira e Os Crespos. Preparação Corporal - Lívia Guerra. Preparação Vocal - Ana Gilli. Cenografia - Os crespos. Figurino - Os Crespos. Iluminação - Denílson Marques e José Fernando de Azevedo. Censura – 14 Anos. Duração – 100 minutos.

Ingressos – De 17 de setembro a 9 de outubro – 1 lata de leite em pó, que deve ser trocada por 1 ingresso na bilheteria do Teatro com 1 hora de antecedência. De 15 de outubro a 4 de dezembro - R$10,00 e R$5,00 (meia entrada). Temporada – quintas e sextas às 21 horas. Até 4 de dezembro.

Teatro Imprensa – Sala Vitrine - Rua Jaceguai, 400 - Bela Vista - São Paulo. Fone - 11 3241- 4203. Capacidade – 48 lugares. Funcionamento da bilheteria - De terça a domingo a partir das 14 horas. Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física. Ar-condicionado. Formas de pagamento - Aceita pagamento em dinheiro e cheques. Estacionamento conveniado na Rua Jaceguai, 454 – Preço único R$ 8,00. Ingressos por telefone – Ticketmaster – (11) 2846-6000 (de segunda-feira a sábado, das 9 às 21 horas) ou pelo site www.ticketmaster.com.br.

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